A luz agonizante

 

“Entraram na cidade sob uma chuva fina. O cavalo relinchou baixinho e farejou timidamente os jarretes dos outros animais amarrados diante dos lupanares iluminados por onde passaram. Música de violino ecoava pela solitária rua enlameada e cachorros magros atravessavam seu caminho indo de uma sombra a outra. No fim da cidade ele ouviu os degraus baixos de madeira banhados pela luz fraca que vinha da porta. Virou a cabeça e olhou uma última vez para a rua e para as janelas acesas dispostas aleatoriamente na escuridão e para a luz pálida e agonizante a oeste (the last pale light in the West) e as colinas baixas e escuras em volta.”

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